A INOVAÇÃO DO TRATAMENTO COM IBOGAÍNA

A dependência química é um problema que assola milhares de famílias no Brasil, sendo necessária muitas vezes uma intervenção drástica como tentativa de solucionar o problema dos dependentes. Porém, esse tipo de intervenção e dolorosa e nem sempre apresenta os resultados esperados.

No entanto, técnicas alternativas têm ajudado muitos dependentes químicos a reabilitarem-se de maneira segura, eficaz e mais rápida, através de um processo onde a ibogaína é utilizada, apresentando ótimos resultados.

Para conhecer melhor sobre essa substância e também aprofundar-se no rema, criamos esse artigo para tirar as principais dúvidas sobre o tratamento de dependentes químicos através da ibogaína, sua metodologia e eficácia comprovada. Acompanhe e saiba mais, você pode ajudar um parente, um amigo ou até a si mesmo com essa alternativa que já está mudando a vida de centenas de pessoas que enfrentam esse problema.

drogas_numerosimpressionantes.jpg

_________________________________________________________

Dependência química: O que é e como pode ser tratada?

 

A dependência química é caracterizada pelo uso de drogas psicoativas, que são aquelas que causam alguma alteração no funcionamento cérebro. Esse hábito não é atual, já que desde os primórdios da humanidade, o homem utiliza-se de substâncias que possam lhe proporcionar prazer.

Esse hábito pode ser iniciado por curiosidade, influências sociais ou mesmo em períodos onde a pessoa se encontra mais vulnerável e suscetível na busca de alguma coisa que substitua, alivie ou transforme determinada situação do momento de vida do usuário.

Como droga psicoativas, podemos citar as mais comuns, como o álcool, a maconha, a cocaína e o crack que produzem efeitos por vezes agradáveis causam alterações no cérebro e com isso uma mudança das funções psicológicas, como a atenção, a memória, a percepção sensorial ou a forma de se relacionar com o mundo. Muitas delas também levam a graves problemas de saúde.

O uso dessas substâncias inicia-se cada vez mais cedo no país. Mas elas podem ser consumidas por todas as faixas etárias, inclusive na terceira idade. A dependência também atinge cada vez mais as mulheres.

Segundo o IBGE, metade dos jovens brasileiros já experimentaram bebida alcoólica ou consomem com frequência. Mais de 10% deles também provaram substâncias ilícitas. A dependência química atinge milhares de brasileiros, causando problemas sociais, de saúde e transformando negativamente o relacionamento familiar dos dependentes. É uma doença que precisa ser tratada da maneira adequada, para que o dependente químico possa retornar às suas atividades normais e ter uma vida saudável e feliz.

Vale dizer que no mundo entre 3 e 6% das pessoas consomem drogas. A maioria delas pensa ser seguro esse hábito, até que o mesmo leve ao risco de dependência. O desenvolvimento da dependência depende de alguns fatores controláveis como o tipo de droga, o acesso a ela, a exposição precoce e/ou repetida, e fatores sociais; e não controláveis como a vulnerabilidade genética, doenças psiquiátricas, fragilidades pessoais.

 O uso de drogas vira uma doença quando existe a modificação da forma como o dependente percebe o mundo, as pessoas e a sua relação com a droga. Além de perder o controle sobre o uso, deixando de ser apenas um usuário, o dependente químico também sofre com as consequências da droga no seu corpo, que podem levar inclusive a morte.

 A perda do controle do uso da droga, o dependente não consegue interromper ou uma vez que começa a usar não consegue controlar as quantidades de droga que usa. Existe também a substituição progressiva de atividades importantes como o lazer ou trabalho pelo uso da droga e persistência do uso da droga apesar das suas consequências negativas.

Algumas pessoas recorrem a tratamentos agressivos, que elevam o estresse familiar e chegam a machucar o dependente. Isso ocorre principalmente pelo desespero e desconhecimento de métodos alternativos e extremamente eficazes, como é o caso do tratamento de dependência química com o uso de ibogaína.